segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

JCA017-2018



JCA017-2018
Projeto de condicionamento acústico - Lar Residencial
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Data: Abril 2018

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

JCA016-2018



JCA016-2018
Projeto de condicionamento acústico - Lar Residencial
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Data: Abril 2018

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

O novo enquadramento legal da reabilitação de edifícios no domínio do comportamento acústico

A reabilitação de edifícios destinados a habitação esteve, desde 2014, abrangida pelo Regime Excecional para a Reabilitação Urbana (RERU, Decreto-Lei n.º 53/2014), que permitia, desde que enquadrável no seu âmbito, a não observância das exigências de requisitos acústicos (e de várias outras especialidades) em operações de reabilitação; não dispensava, ainda assim, a elaboração de um projeto de condicionamento acústico e obrigava a uma fundamentação do não cumprimento dessas exigências por parte do autor do projeto.

No entanto, a grande pressão do mercado levou a uma prática, desde 2014 e em projetos de reabilitação, de ignorar a aplicação de quaisquer requisitos e procedimentos, com as consequentes perdas de qualidade na obra final e de conforto para os utilizadores futuros dos edifícios reabilitados. Embora se tratasse de um regime temporário (até 2021), a verdade é que o grande dinamismo do mercado da construção ligado à reabilitação de edifícios neste período levou a que muitas operações de reabilitação ocorressem neste contexto.


Era, por isso, urgente pensar num enquadramento legal distinto que permitisse estabelecer regras claras para este tipo de intervenção e definisse requisitos de desempenho acústico adequados e sensatos para estes edifícios. É por esse motivo que se considera que a publicação do Decreto-Lei n.º 95/2019 de 18 de julho vem trazer uma alteração positiva ao contexto existente, introduzindo uma filosofia específica destinada à reabilitação de edifícios para habitação. Este decreto-lei, que é um documento geral e que abrange várias especialidades, em conjunto com a Portaria 305/2019 de 12 de setembro, especificamente dedicada aos requisitos acústicos, traz algumas alterações relevantes. 

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Legislação acústica de edifício - DL 95/2019

Apesar de a palavra acústica já ter entrado no léxico português desde os idos anos 80, o certo é que, para muitos, ainda parece ser algo distante. De facto, as questões da acústica são muitas vezes menosprezadas numa fase prévia das construções, aparecendo só posteriormente como problema aquando da utilização do bem residencial por parte dos respetivos locatários, e já numa fase em que as possíveis soluções corretivas são de difícil implementação. Portugal tem um quadro legal sobre a acústica da edificação com cerca de 30 anos, ou seja, com tempo suficiente para que todo o sistema processual e de responsabilidade na execução já não deixe de ser uma realidade adquirida. Começando embrionariamente com o DL 251/87, passando depois pelo DL129/2002 e seguidamente pelo DL 96/2008, as exigências de verificação das condições acústicas das habitações (todas elas) foram alvo de um crescendo significativo, assim com a sensibilização da sociedade e dos vários atores do mercado para as mesmas. Todavia, com a publicação do DL 53/2014 (que isentava de verificação os edifícios que fossem alvo de obras de reabilitação) e da Portaria 113/2015, que induziu erradamente a não necessidade de avaliações finais nos edifícios, houve um decréscimo de exigências por parte dos promotores e licenciadores, em sentido contrário às necessidades e expetativas dos consumidores.

Espera-se que a recente publicação do DL 95/2019 (que revoga o DL 53/2014) venha permitir continuar nesse caminho de evolução e qualidade do bem social que é a habitação.

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Ruídos não audíveis de turbinas eólicas têm riscos para a saúde


A exposição aos ruídos não audíveis pode causar patologias graves à população residente nas imediações de parques eólicos, concluiu um investigador em questões ambientais.



Em declarações à agência Lusa, o diretor do Departamento de Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Coimbra (ESTeSC), João Almeida, defendeu que estes ruídos devem ser incluídos em estudos de impacte ambiental, o que atualmente não sucede.
O especialista, autor de um estudo no âmbito de uma tese de doutoramento intitulado "Risco de exposição a infrassons e ruído de baixa frequência originados por turbinas eólicas", explicou que, embora parte do ruído de baixa frequência seja audível pelas pessoas, os chamados infrassons não o são, nem são exclusivos das turbinas eólicas alvo da investigação, encontrando-se disseminados em atividades industriais ou de transportes, como a ferrovia e aeroportos, entre outras.
No caso das turbinas eólicas - existem cerca de 2.800 espalhadas pelo país, em 205 parques eólicos, a maioria na região interior norte e centro – há "uma preocupação bastante premente", que decorre da localização "muitas vezes em cima de casas e da inexistência de legislação destinada a minorar os riscos para a saúde pública aquando da sua instalação.
Do mal-estar geral e prolongado à tosse e dificuldade em respirar
Na sua investigação, o também professor da escola do Instituto Politécnico de Coimbra, identificou duas categorias de consequências fisiológicas adversas para as populações residentes na proximidade de parques eólicos, associados à exposição a infrassons e ruído de baixa frequência: uma mais ligeira, que se caracteriza por mal-estar geral e prolongado, com dores de cabeça, dificuldade em dormir, falta de concentração ou irritabilidade, entre outros sintomas; e outra mais grave, com problemas pulmonares (muita tosse e dificuldade em respirar), apneias, arritmias cardíacas ou espessamento do pericárdio, a dupla membrana que envolve o coração.
Por outro lado, há populações que recebem o impacto dos infrassons "em alturas mais vulneráveis, que é quando estão a descansar”.

“Passam a noite em casa a dormir e estão sempre expostas, o organismo está sempre a receber estímulos, impulsos de energia sonora e não conseguem descansar convenientemente", acrescentou o especialista da ESTeSC.

João Almeida enfatizou, por outro lado, que os infrassons "têm uma característica que é um comprimento de onda muito grande e que mesmo que encontrem barreiras acústicas pelo caminho não são atenuados por essas barreiras", fazendo com que a 10 quilómetros da fonte emissora "o nível de pressão sonora apresente uma perda reduzida", o que o torna "importante na ótica da saúde pública".
Em Portugal, o especialista em saúde ambiental afirmou existir "um lapso na legislação" dos estudos de impacte ambiental necessários à instalação de parques eólicos, que não prevê a medição e análise de infrassons, mas apenas do ruído audível, situação análoga a alguns países europeus. Noutros, como por exemplo na Rússia, foram estabelecidas regras para a instalação de parques eólicos, com legislação "que retrata infrassons e a preocupação relativamente aos infrassons", sustentou.
As determinações, adiantou João Almeida, incluem "a definição de distâncias de segurança [para as populações] em função da altura da torre, quer a altura da torre com a pá [da hélice], quer a uma distância fixa”. “Portanto, há várias regras que se vão adotando em vários países da Europa e em Portugal não temos [essas] regras", garantiu.
Acresce que os estudos de impacte ambiental elaborados de acordo com a legislação nacional e referentes aos parques eólicos instalados "retratam muito o ruído ambiental e o ruído ambiental é o ruído audível".
Nas medições que fez no âmbito do estudo - em três parques eólicos da região Centro - João Almeida nota que não foram atingidos os valores limite definidos para o ruído ambiental, mas que este é aferido "com um filtro que tenta simular aquilo que é a receção no ouvido do recetor".
Já os infrassons, que se geram com a passagem das pás pela turbina, o chamado ruído aerodinâmico, "devem ser medidos sem filtro, porque é uma exposição de todo o organismo", defendeu.
João Almeida afirma-se consciente da importância económica e em termos ambientais para o país dos investimentos em energia eólica, mas advoga a definição "logo à partida" de distâncias de segurança na instalação das infraestruturas, com inclusão da medição de infrassons nos estudos de impacte ambiental como medida protetora da saúde pública.
"É importante que a legislação contemple este tipo de ruídos, para que o recetor, seja humano seja animal, esteja contemplado e seja protegido", reforçou.






sábado, 18 de janeiro de 2020

JCA014-2018



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Projeto de condicionamento acústico - Clínica privada de cuidados de saúde
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Data: Fevereiro 2018

sábado, 11 de janeiro de 2020

A acústica no mercado hoteleiro



Ligada diretamente à sensação de conforto e privacidade dos ambientes de hotéis a acústica ganha mais relevância já que a mudança no perfil do comportamento do público e suas exigências aumentam a cada dia. Somado a isso, a velocidade com que se pode comunicar hoje as impressões sobre um hotel, com ferramentas como sites de viagens e fóruns interativos, além das redes sociais, vêm transformando de forma constante o serviço de hospedagem pelo mundo.

Mais do que um bom serviço, boas camas e higiene, o setor hoteleiro de forma geral tem procurado oferecer experiências únicas, memoráveis e sensoriais que levem os hóspedes a um certo encantamento. Nessa tendência da hotelaria, a acústica dos ambientes, ligada diretamente à sensação de conforto e privacidade, ganha mais relevância, já que a mudança no perfil do comportamento do público e suas exigências aumentam a cada dia.

Somando a isso, a velocidade com que se comunica hoje as impressões sobre um hotel, com ferramentas como sites de viagens e fóruns interativos, além das redes sociais, vêm transformando de forma constante o serviço dos hotéis pelo mundo.

O conforto acústico produzido por materiais sofisticados com texturas, cores e impressões personalizadas ajudam a compor a identidade de um hotel e inserem-se de forma fundamental na experiência dos hóspedes. A evolução das soluções em acústica procuram acompanhar um mercado repleto de novidades tecnológicas em que, em alguns hotéis, se pode mudar as posições das paredes do quarto, ajustar de forma eletrônica a cama em diferentes direções, colocar as roupas para lavar e em pouco tempo retirá-las limpas, secas e passadas. Nesses locais, privacidade, silêncio e tranquilidade ainda são itens essenciais para o descanso.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

JCA011-2018



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Projeto de condicionamento acústico - Mercado Municipal
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Data: Fevereiro 2018

domingo, 5 de janeiro de 2020

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Projeto de condicionamento acústico - Moradia Unifamiliar
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Data: Fevereiro 2018

sábado, 4 de janeiro de 2020

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Projeto de condicionamento - Remodelação de Lar
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Data: Fevereiro 2018

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

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Projeto de condicionamento - Clínica Privada de cuidados de saúde
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Data: Fevereiro 2018

sábado, 28 de dezembro de 2019

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Projeto de condicionamento - Remodelação e Ampliação de Edifício de Habitação na Rua Alegre
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Data: Janeiro 2018

sexta-feira, 27 de dezembro de 2019

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Projeto de condicionamento - Remodelação e Ampliação de Habitação na Rua Alegre
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Data: Janeiro 2018

Efeito da poluição sonora na saúde das crianças


Considerada a segunda maior causa de poluição ambiental, atrás apenas da poluição atmosférica, a poluição sonora é um problema cada vez mais comum nas áreas urbanas do planeta. E se o excesso de ruído já causa uma série de complicações físicas e psicológicas nos adultos, as crianças são ainda mais afetadas.
canal auditivo de uma criança é muito menor do que de um adulto e a pressão que entra no ouvido dos pequenos é maior, aumentando os riscos de problemas auditivos. Mas essa não é a única preocupação, já que a exposição a altos níveis de ruído também atrapalha o desenvolvimento e a aprendizagem. 
Neste artigo, vai ver como a poluição sonora afeta a saúde de crianças de diferentes idades, além de saber mais sobre a importância e as soluções para acústicas em escolas. Boa leitura!
Impacto da poluição sonora em diferentes idades
A exposição a ruídos tem um impacto na saúde das crianças mesmo antes do nascimento. Ainda que os músculos da barriga da mãe abafem a maior parte do som, a partir do 7º mês de gestação a audição do bebé já está desenvolvida e é afetada por ruídos externos. 
Segundo um estudo publicado pelo Institute of Environmental Medicine da Suécia, o risco de disfunção auditiva dos bebés é 80% maior nos casos em que as mães são expostas a ruídos de mais de 85 dB. 
Durante a fase de desenvolvimento da fala, a poluição sonora  limita a capacidade de aprendizagem das crianças. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Wisconsin-Madinson (EUA), o barulho interfere na assimilação do significado de novas palavras, pois dificulta a concentração das crianças. 
O estudo foi realizado com 106 crianças entre 1 ano e 10 meses a 2 anos e 6 meses (22 a 30 meses) e mostrou que as que estavam em ambiente sem ruídos conseguiam assimilar com mais facilidade o significados de palavras ditas pelos investigadores. 
É na idade escolar, no entanto, que as crianças estão mais expostas a ruído elevados e as suas complicações. Na escola, a poluição sonora e a falta de tratamento dos ruídos geram dificuldades de comunicação e aprendizagem, prejudicam o desenvolvimento escolar, além de aumentar o stress e a frequência cardíaca. 
Acústica em escolas
A falta de acústica adequada em uma escola ocasiona uma série de problemas que afetam estudantes e professores. O principal problema está relacionado com a inteligibilidade da fala, ou seja, ao nível de dificuldade que o ouvinte tem de compreender o que o orador está a dizer. 
Numa sala de aula, a inteligibilidade da fala é afetada pela combinação da reverberação do ambiente com o ruído residual proveniente do ambiente externo, do próprio edifício ou de equipamentos.

Os dados mostram que a localização inadequada das edificações dentro da malha urbana e a falta de tratamento adequado contribuem não apenas para que crianças e adolescentes tenham dificuldades de aprendizagem e perda de concentração durante as aulas, mas também para que professores desenvolvam problemas vocais e de stress. 

Como melhorar a acústica das escolas
Contar com o apoio de um profissional de acústica é essencial na hora de elaborar projetos e obras em escolas. O profissional vai fazer a análise do layout da instituição e dos materiais de revestimento que serão utilizados levando em consideração as características da edificação, sua localização e as fontes de ruídos externos que contribuem para a poluição sonora do ambiente escolar.  
Escolas que ficam próximas a fontes de ruído intenso, como aeroportos e rodovias precisam de um projeto acústico específico.
Alguns problemas acústicos podem ser minimizados já na definição do layout da escola. Nessa fase, o projetista acústico vai identificar quais são as áreas mais sensíveis e separá-las das mais barulhentas por corredores, divisões de edifícios etc. Esse zonamento é utilizado ainda para evitar que fontes ruidosas, fiquem próximas de áreas sensíveis. 

Em relação ao isolamento acústico, é preciso utilizar materiais e alternativas adequadas à estrutura da escola. Algumas das soluções mais utilizadas para diminuir a reverberação nos ambientes e, consequentemente, aumentar a inteligibilidade da fala são: drywall, forros e revestimentos, além da redução da altura do teto. 


Uma absorção sonora excessiva, no entanto, é prejudicial para a acústica de uma escola, uma vez que pode comprometer a qualidade acústica da sala impedindo que os alunos mais distantes ouçam o que o professor está a dizer. 
Além disso, outros pontos que merecem atenção num projeto acústico para escolas são  sistema de ventilação, o posicionamentos das portas, o uso de mobílias e isolamentos para evitar o paralelismo das salas de aula. 
O tratamento acústico de um ambiente escolar não deve limitar-se à sala de aula. Salas de professores e de reuniões, laboratórios, ginásios e bibliotecas também possuem problemas de ruído e devem ser contemplados no projeto acústico. 
Conclusão: poluição sonora é uma questão de saúde
Viver em ambientes mais silenciosos é uma questão crucial para a saúde do ser humano em todas as idades. E o cuidado com a exposição das crianças ao ruído é uma forma de garantir seu desenvolvimento físico e cognitivo. 
Por isso, melhorias no planeamento urbano e adequação acústica das edificações são fundamentais para que escolas e outros ambientes frequentados por crianças ofereçam maior conforto acústico e mais qualidade de vida. 


JCA004-2018


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Projeto de condicionamento edifício de restauração
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Data: Janeiro 2018

JCA003-2018


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Projeto de condicionamento moradia unifamiliar
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Data: Janeiro 2018

JCA002-2018


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Projeto de condicionamento moradia unifamiliar
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Data: Janeiro 2018